18.2.11

Deniz Kurtel at Lucy in Disguise in pictures
The Turkish deep house producer showcases her other artistic passion.







In addition to her celebrated music, Crosstown Rebel Deniz Kurtel creates LED installations at venues around the world. Her interest in lighting began when Zev Eisenberg of Wolf + Lamb suggested they put something together for an upcoming trip to Burning Man. When things didn't quite pan out, Kurtel started experimenting at the label's famed Marcy Hotel. In between European dates marking the imminent release of her debut album, Music Watching Over Me, she was commissioned to bring her vision to a vintage shop in London called Lucy in Disguise. RA tagged along to document the process from start to finish.

Interview featured on: http://www.residentadvisor.net/feature.aspx?1304

15.2.11

NICOLAS JAAR

A great view on music and is "business", on arts and a bit of is latest album.

Nicolas Jaar - Interview - Space Is Only Noise from Gouru.fr on Vimeo.



 Nicolas Jaar  interview by  Trace a Line ,on http://nightclubber.ro/

14.2.11




Here are the Nominees, and the respective Winners.

http://www.grammy.com/nominees



Best New Artist

Esperanza Spalding





Best Electronic/Dance Album

La Roux

La Roux
[Cherrytree/Interscope/Polydor/Biglife]


Best R&B Performance By A Duo Or Group With Vocals

Soldier Of Love

Sade
Track from: Soldier Of Love
[Epic/Sony Music]

Best Traditional R&B Vocal Performance

Hang On In There

John Legend & The Roots
Track from: Wake Up!
[G.O.O.D. Music/Columbia Records/Home School Records]

Best Rap Performance By A Duo Or Group

On To The Next One

Jay-Z & Swizz Beatz
Track from: The Blueprint 3
[Roc Nation]




18.1.11

CHILLY GONZALES



Gonzales, born Jason Charles Beck, is a Grammy-nominated Canadian musician currently residing in Paris, France. Though best known for his first MC and electro albums, he is also a pianist, producer, and songwriter.He regularly collaborates with the Canadian musicians Feist, Peaches and Mocky. Additionally, he has collaborated with Jamie Lidell on the albums Multiply and Compass, and Buck 65 on the album Secret House Against the World. According to The New Yorker, "when Gonzales released an album called 'Presidential Suite', Feist accompanied him on tour around Europe and Australia." As one of the most talented and flat-out entertaining musicians around, you’d expect Chilly Gonzales would have no trouble finding an audience. Yet aside from his successes as a producer, he is yet to make a solo record that lives up to the experience of his critically lauded live performances. Okay, there’s Solo Piano, a beautiful collection of original piano compositions, but somehow that record doesn’t feel like a Gonzales record at all, devoid of the character that makes him one of a kind.

His latest project Ivory Tower, the soundtrack to a film of the same name that he writes and stars in. While the very nature of a soundtrack makes this unlikely to be the record that thrusts him into the mainstream eye, it carries all the hallmarks of Chilly Gonzales the entertainer. ‘Knight Moves’ eases the album into motion in the form of a sweeping instrumental with delicate piano and string arrangements, before two minutes into the second track, Chilly utters his first words, “I’m a dogshit ashtray”. Just when you thought Gonzales had slipped into the realms of serious musicianship, he brings the tone back down with a series of witty and often hilarious one liners. The song continues: “I’m an imperial armpit sweating Chianti, I’m socialist lingerie, I’m diplomatic techno, I’m gay pastry and racist cappuccino...who am I? I am Europe”. Such a song might have had a short lifespan in other hands, but the strength of the accompanying melodies gives it replay value.




Stylistically, Ivory Tower finds Gonzales treading new ground once again: produced entirely by Boys Noize, the record has a pulsating euro-pop flavour. This approach has varying degrees of success, but for the few misplaced blasts of garish synths and computerised vocals, there are neat disco rhythms that add depth to a still-piano-dominated album. Elsewhere there are some down tempo instrumentals in ‘Bittersuite’ and ‘Final Fantasy’, and occasional witty interjections, but vocals are used sparingly throughout. This can make for some fairly long instrumental sections that feel padded out for the sake of the soundtrack, but don’t necessarily work as standalone pieces of music. The best moments, then, are those of joyous pop like ‘You Can Dance’, or clever wordplay as in ‘The Grudge’, that combine his personality with his prowess as a pianist.


"Eu, especulador, me confesso"

Ja algum tempo que sigo os posts que o Analista da DIF Broker custuma fazer no Jornal de Negocios, visao aguçada e um espirito critico bem limado. Para quem gosta de economia, ou apenas para quem tem interesse pelo mundo das finanças.




"Depois deste assustador primeiro parágrafo, já muitos leitores mudaram a página Eu sou um especulador.

Depois deste assustador primeiro parágrafo, já muitos leitores mudaram a página, incapazes de conseguir ler algo escrito por um daqueles que, segundo os políticos e a opinião pública, estão a dar cabo do nosso país.

Sou um especulador porque tento ganhar dinheiro nos mercados de capitais e tento fazer com que os meus clientes ganhem dinheiro. Sou um especulador porque tento comprar barato e vender caro. Sou ainda mais especulador porque, muitas vezes, tendo vender caro para depois comprar mais barato. Sou especulador porque vivo dos mercados financeiros.

Este parasita da sociedade que vos escreve lamenta informar-vos que sem especuladores não existiriam mercados financeiros. Eles existem desde o primeiro minuto da sua criação e a liquidez que os tornam apetecíveis são garantidos por estes parasitas da sociedade, como eu. Duvido, que sem, especuladores existissem tantos jornalistas a escrever neste jornal. Duvido também que as corretoras ganhassem tanto em comissões e os Estados em todas os impostos e taxas que o negócio dos mercados financeiros envolve.

Lamento também que, como analista, não esteja sistematicamente a dizer que a Bolsa portuguesa vai subir e que o futuro é cor-de-rosa. Bem sei que muitos leitores me acusam de estar a contribuir para o acentuar do pessimismo nacional e para o afundar da nossa confiança. Recordo que o meu papel é dizer o que penso e fazer dos meus leitores as pessoas mais bem informadas possíveis. Não sou eu que vou salvar a Bolsa portuguesa mas, se conseguir que quem me leia possa estar mais ciente da realidade, estarei seguramente a cumprir o meu papel. Mas lamento de novo não ter andado optimista no último ano e não me juntar à hipocrisia de quem via as recuperações em cada décima percentual de ganho num daqueles indicadores tão interessantes como as telenovelas mexicanas. Felizmente, não negoceio no mercado português (apenas para clientes portugueses), senão lá viria a acusação de dizer mal para comprar barato.

Todos os dias durmo de consciência pesada quando vejo José Sócrates, a sua equipa ministerial, o poeta candidato à Presidência da República e mais de metade dos deputados do Parlamento apontarem-me a mim e aos meus colegas especuladores como responsáveis pelo estado a que o país chegou. Por vezes, chego até a sonhar que fui eu que decidi as políticas fiscais, fui eu que tomei as decisões de investimento, tracei as linhas orientadoras das políticas sociais e fui eu que decidi que Portugal devia ser o rei dos Institutos Públicos porque temos dinheiro e perfil para isso.

Como especulador, gosto sempre de acreditar que a culpa dos nossos fracassos é nossa. Aprendi, com a dureza do mercado, que atirar a culpa para cima dos outros é apenas ter medo de enfrentar o erro, as opiniões dos outros e não nos conduz ao sucesso.

O Governo e a maioria dos deputados pensa o contrário. Acha que a culpa desta crise é minha e dos meus colegas especuladores. Provavelmente, ecos de José Mário Branco que no seu "FMI" clamava: "A culpa é vossa, a culpa é vossa, a culpa é vossa".

Se José Sócrates dormir mais descansado, eu assumo que a culpa do país estar neste estado é minha. Aliás, todos acreditam nisso.

Antes de lerem o meu artigo da próxima semana, pensem duas vezes. Afinal de contas, sou um especulador e não sabem se o vosso jornal ou computador se queimará nas vossas mãos por cometerem a heresia de me lerem. Cuidado, sou especulador." by Ulisses Pereira

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